sábado, 12 de junho de 2010

Filme de terror em alto mar!

Mavi Marmara, ou o Ataque dos Pé de Chinelo, um Filme B

Depois de Tropa de Elite, vem ai, mais lixo do cinema nacional. Comandos treinados de  Israel, seminus caídos no chão e chorando diante de facas, sendo empurrados e chutados por pés de chinelo. Difícil de engolir para quem já serviu numa dessas unidades. Na minha época, acho que como não existia celular com câmera a gente podia atirar antes e perguntar depois…Cheguei a levantar a hipótese de fraude, pelas fotos, poderiam muito bem fazer parte da campanha, lembram as fotos das campanhas publicitarias da grife Benneton,  com um certo tom de deboche…mas o mesmo mau gosto!! Parece tudo posado, a produção usou modelos turcos usando uniformes parecidos com os de Israel. Os chinelos dos turcos são, bem…deixemos isso pra la. Afinal, a gente não costuma tripudiar.

Cineastas, assim como jornalistas e escritores, trabalham com fatos, acontecimentos, para poder escrever seus roteiros, livros, crônicas, etc. Assim como qualquer processo de criação artística, envolve alguma pesquisa e a analise de evidencias e outros detalhes escondidos no assunto a ser trabalhado. Criatividade é muito importante, mas o conhecimento profundo do assunto permite
um resultado bem mais próximo da realidade. Por essa razão, o filme de terror da cineasta brasileira ( que mora em NY e ninguém viu nenhum filme)  Iara Lee, neta de Bruce Lee, e autora do roteiro e sócia do Hamas na produção, não contava com a falta de apoio da Turquia que tirou a bandeira do navio antes de partir, e com a pobreza do cattering…e o que dizer da ajuda humanitária podre que a fiscalização sanitária achou no porão do navio??

A falta de vontade e o pouco conhecimento da questão palestina-israelense,  coloca Gaza como sendo um território isolado por Israel. Iara ignora o fato que a população local pode muito bem passar pelo lado do Egito, que assim como Israel, também bloqueia o território, evitando a entrada de armas. Um detalhe: se Gaza esta sitiada e não tem dinheiro quem banca o ódio do Hamas?? A produção do evento acabou ignorando ou ninguém avisou a produção e a diretora, que Israel não permitiria o acesso a Gaza de nenhum navio, nem de bote. Afinal, de terroristas e fanáticos já basta o pessoal do Hamas que vive lá.

Acho que foi com uma ponta de inveja que Silvio Tendler, preterido no filme sobre a vida de Lula,  o documentarista de JK, conivente com a miséria que reina na Faixa de Gaza do Rio, escreveu sua carta aberta ao governo de Israel. Queria ele ter tomado mais uma verba a fundo perdido da cultura, e feito o épico com Iara Lee: nossos avos enterrados em cova rasa em Auschwitz, se viram na tumba de vergonha!! Com cineastas incompetentes como esses, a imagem de Israel fica mais uma vez prejudicada, ou de vez!

O bispo Pedir Mais Cedo bem que podia dar uma força e fazer um longa com Chuck Norris, sobre como evitar a divisão de Jerusalem…eu dirijo essa produção, pelo menos conheço ambos os  lados do problema, e ainda por cima sei ler um mapa, onde consigo ver no Oriente Medio, um pequeno pais democratico cercado por terroristas por todos os lados.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Uma confusão necessária

Uma confusão necessária?

por Sergio Nedal Riss

Em 98 participei de um seminário e com uma delegação do Meretz fizemos uma visita a Gaza. Ainda "governava" Arafat e o Fatah era nosso anfitrião. Para um ex-combatente do IDF, estar em Gaza escoltado por ex-terroristas não era exatamente uma situação confortável. Mesmo assim, fomos muito bem recebidos, apesar de alguns momentos de apreensão durante a visita, no momento que nosso ônibus cruzava o Hamastan…o território do Hamas na época se resumia a algumas ruas do centro de Rafiah. Mesmo assim, apesar de pequeno numericamente, sua afiliação ao Iran, e aos movimentos islâmicos, transformou Gaza em reduto do terror. Vejam como a ausência de uma liderança autentica no povo palestino, o esta levando a aceitar o terror islâmico como plataforma popular. Não se trata mais de ser otimista, de esquerda ou de direita. Trata-se de enxergar a realidade.

O atual governo do Likud de  Bibi, conseguiu colocar mais uma vez, a opinião publica mundial contra Israel. E isso significa termos mais uma oportunidade para explicar Israel para o mundo. Mesmo que não gostem, ao menos nos respeitem. Mesmo ao custo de perder a amizade falsa com Turquia. O prejuízo será grande mas muitos israelenses e judeus devem agora evitar a Turquia e seus produtos. Apesar da enorme popularidade interna, em torno de 99% de aprovação, a cobrança da imprensa e da opinião publica mundial pode derrubar o ministro Barak. Se houve erro estratégico, como foi a abordagem ao navio, a falta de informação sobre o que aguardava os comandos a bordo dos navios, e se estes realmente apresentavam algum perigo, tudo isso não importa mais agora.

O que sim importa, e isso deveria ficar claro para todo o mundo: Israel esta em guerra com o Hamas, assim como o resto do mundo civilizado não pode aceitar termos e negociar com terroristas. Israel se retirou de Gaza e não tem interesse em controlar seu território. Não existe cerco militar a Gaza num nível que  justifique qualquer ação humanitária, se assim fosse a ONU teria determinado sanções contra Israel, os próprios cidadãos de Gaza estariam repudiando o Hamas. Eles recebem água e energia elétrica, alem de alimentos e remédios em quantidade. No entanto, tal repudio de  habitantes por seus captores do Hamas, não acontece. O que sim existe é o domínio de terroristas em Gaza, com apoio da população, do Islam e suas irmandades. Sao milhões de radicais que se propõe a destruir Israel, e mantém reféns soldados como Guilad Shalit, sem dar oportunidade de receber uma visita da Cruz Vermelha. Gaza e o Hamas ainda estão em guerra, e não demonstraram em momento algum intenção de reconhecer o direito de existência de Israel. Pelo contrario.

Por essa razão, o que deveria mudar seria a atitude e a proximidade como esta sendo negociada a paz com Abu Mazen e todos os outros fatores da região. Impossível para Israel sequer pensar em se aproximar do Iran e dos financistas do terror internacional. Todos aqueles que de alguma forma tem contato com determinados fatores do terror e seus organizadores devem ser tratados com terroristas, inclusive qualquer tipo de rally deveria ser visto com desconfiança. Afinal, não seria nada difícil para alguns militantes radicais levar centenas de ativistas convocados junto a organismos ligados ao pacifismo, sequestra-los, ameaçar explodir os navios, ou algum plano macabro para tirar a vida de inocentes e culpar Israel, como fizeram nas guerras do Líbano e Gaza, com a tática de minar escolas e usar escudos inocentes.

Hamas não representa o povo palestino e Gaza é um problema a ser resolvido por esse mesmo povo e seus representantes políticos. Israel deve iniciar um trabalho serio junto a população árabe, os palestinos em especial, no sentido de aumentar o intercâmbio com todos os fatores mais moderados da sociedade, a fim de impedir que todo o povo palestino se torne refém do radicalismo islâmico e seu terror. O mundo não pode aceitar Hamas, cujo nome já diz, Ódio, não pode ser  parceiro da PAZ.  Jamais!!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Shavuot: A Entrega Renovada

B'SD

 A época de renovar.
Véspera de Shavuot, Chag Matan Torah, 5770, ano de Hakel, tempo de reunir o povo. Parece ser  uma boa hora para se repensar  rumos e reafirmar o compromisso com a segurança dos judeus do mundo, especialmente aqueles que se encontram em países governados por tiranos e em regimes totalitários, ou com lideres que simpatizam com governos opressores. Queria aproveitar, para esclarecer publicamente que o judaismo nao é apenas mais uma religião, e sim um conjunto de ideias, moral, de caminho de vida.  Regras de conduta material e  espiritual, a essencia e a base de todas as religioes modernas. A Tora é de todos,  é o significado simples de Shavuot, na Entrega da Torá, os Dez Mandamentos!
                   Essa entrega não foi apenas aquela vez no Sinai. Tornar-se um receptor continua sendo uma busca constante a cada dia. De modo que aquele que aceita a Tora e seus Mandamentos, passa a ser parte do povo como uma letra desse livro. E se uma letra falta ou esta meio apagada, todo o livro esta comprometido. Ninguem é mais importante que o outro na Tora: um estudioso que conhece a Mishna, Talmud, e os misterios da Cabala, e o outro judeu que conhece apenas algumas das letras. O judeu simples, o Povo da Terra, consegue ter um comportamento ética e moralmente superior, em relação a todos os assuntos dos seres humanos, que estudiosos que se isolam do mundo real. Sempre fomos um povo amante e temente a D'us. Não estaríamos habitando hoje a Terra Prometida, nao houvesse a necessidade de reunir o povo, para recriar o judeu. O povo muito bem sucedido apesar de viver na Diaspora, apesar da destruição e do Holocausto, após a Shoa, se transformou numa verdadeira mini-potência do século XXI.
                 Com a  segurança obtida pelo sucesso do Estado de Israel, o judeu agora é um ser moderno como os outros, pode andar e viver livremente onde quiser. Exceto nos paises arabes e ditaduras anti-ocidentais, o judeu se iguala ao  israelense, como nos territorios inimigos…O israelense ou judeu que tenha carimbo de Israel no passaporte nao entra. Mesmo assim, Israel permite a entrada de cidadãos de quaisquer paises arabes ou inimigos, inclusive os proprios terroristas palestinos podem entrar, desde que devidamente identificados. O que houve com Chomsky é triste, para ele como judeu, mas  não chega a ser uma norma de conduta, apesar da postura nitidamente anti-israeli dele, com certeza ele deve ter familia que vive em Israel…e  seus livros são publicados em hebraico.
                  Apesar da enorme assimilação no seculo passado, o movimento sionista conseguiu ao mesmo tempo fortalecer as comunidades, organizando, capacitando atraves do envio de professores para os paises e recebendo alunos de todas as cominidades  na Diaspora. Assim conseguiu  levar milhões de imigrantes, e estudantes, residentes temporários. Graças a essa mesma assimilação nos paises de origem, temos hoje um pais muito mais moderno e  pluralista. Aberto aos judeus que quiserem residir, mesmo que por um tempo, com direito a voto.  Abrigando refugiados e tornando-os cidadãos. Mesmo sabendo que muitas leis ditadas pela Torah, numa sociedade onde existem outros povos, pode tornar a vida de alguns complicada, a maioria aceita até mesmo sabendo quando esta sendo discriminado. Esse mesmo sistema, privilegia aqueles que mesmo sem servir, ensinam um curriculo incompativel com as normas educacionais basicas,  e ainda  recebem mais beneficios, por questoes politicas internas.
                  Levamos a Torah de volta a Zion. Voltamos para misturar a cultura judaica, expressão de uma fé milenar, com os povos da região, renovando e reafirmando os laços com nossa Terra. Mas nao se pode triturar a Torah e dilui-la na política, usando a Lei para justificar fronteiras e brutalidade, tornando o próprio povo em Israel e fora dele, um  alvo odio e de possíveis ataques.
A sociedade israelense precisa ouvir a voz de todo seu povo, pacifistas, Haredim, direitistas, todos enfim. Onde quer que eles estejam.
                   Mas antes de pensarmos em Israel e como seria bom se Golda Meir Z"L estivesse por aqui, precisa haver uma maior e melhor  compreensão:  a paz com os povos da região somente sera possível, se existir paz dentro e entre nosso próprio povo. E se aprendermos a aceitar cada um de nós como ele é, os que podem estudar e trabalhar para ensinar e divulgar  a Torah, os que precisam servir e pegar em armas, em caso de segurança, tudo isso com equilíbrio, com justiça. Claro que seria muito melhor se ninguém precisasse usar uma arma, mas o mundo ainda precisa de armas, por alguma razão.
                  Os judeus do mundo civilizado, podem e devem ensinar seus irmaos com sua experiência de convivência pacifica com outras povos de outras nações, mas acredito que podem fazer mais do que ficar criticando a política do atual governo e assinando petições. A Europa pretende mediar alguma coisa, no meio de uma creise economica que corroi o continente, os judeus da rua na America, e os inumeros simpatizantes evangelicos que são a mais importante força estrategica, tambem acabam de superar uma tremenda crise e Obama ainda não disse ao que veio…e ainda complica Israel, bancando uma guerra contra armas de destruicao que nunca existiram, com o intuito de se apropriar das riquezas petroliferas da região, ou com o pretexto de derrubar ditaduras sanguinolentas. Um ditador mata, mas uma guerra mata e destroi. As ditaduras não se derrubam pela força, elas caem naturalmente…
                 Talvez aumentando significativamente a Aliyah, fizessemos todos a grande contribuição. Mas infelizmente, nem sempre querer é poder, especialmente nos dias de hoje, quando as dificuldades são muitas e muitos judeus e seus descendentes desconhecem os programas de intercambio e a possibilidade de imigrar. Creio que o  exemplo verdadeiro, vem dos judeus de paises como Iran, Yemen, Cuba, Venezulela,  inclusive  Brasil, cujos governos atuais  simpatizam com inimigos de Israel e são parte integrante do "eixo do terror".
                Poderiamos através das dificuldades na convivência, aplicando soluções encontradas em comunidades como a nossa no Brasil, no sentido de aumentar o intercambio com acoes de ongs nas comunidades arabes, talvez começar a mudar a mentalidade judaica mundial com relação as intenções e obrigações do povo judeu em seu regresso ao Lar. Gostaria de poder viver num mundo melhor, sem governos e sem estados. Mas não posso imaginar um mundo sem eles, nos dias de hoje. E já que assim vivemos, temos a obrigacão de participar.  Através de todos os meios virtuais e fisicos, movimentos, associações, independente de qualquer outra coisa, neste momento, militar, agir, tentar  influenciar em nossos países e em Israel, para mudar essa tendência beligerante, a favor de uma paz e de convivência pacifica, ainda neste ano.
               Afinal, independente de que time a gente torce, que religião segue, somos todos parte de uma mesma Terra e ansiamos pela Paz!
Contamos os 49 dias até Shavuot,  do Egito onde fomos escravos, no deserto nos refinamos para uma ter perspectiva de vida melhor.
Chag Sameach, por uma Torá de tolerancia, novamente recebida e renovada para todos.

               Sergio Nedal Riss
                aka Zcharia Halevy

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O milagre de Purim pode se repetir, basta a gente querer...


A festa de Purim, no mês de Adar, foi levada para Roma pelos judeus exilados, o que deu inicio a tradição em Roma que depois influenciou o Carnavale. Provavelmente a versão criada pela igreja foi adaptada de uma festa pagã, onde se permite a carne, antes de se proibir a ingestão de carne no mês que antecede a Páscoa. Para desmoralizar os que ainda eram judeus, os romanos cristãos, agora diferentes dos seus irmãos judeus, passaram a usar mascaras e exibir uma nudez constrangedora para os que ainda seguiam a Torah. Purim, a festa, se baseia num texto alegórico, mas pode ter documentado um massacre de muitas famílias persas, ligadas a Aman, o perverso. Parece que os iranianos nunca nos perdoaram por conta da época.
O judaísmo estuda e se baseia em suas tradições orais, que foram sendo escritas: um antigo habito, o escriba senta e escreve casos e historias, discussões entre sábios, dai alguns textos escritos em épocas diferentes que parecem fabulas. Na realidade parecem relatos, alguns que podem ter acontecido, modificados através da transmissão oral, outros servem como exemplo de um determinado comportamento. Códigos complexos de letras hebraicas, as 22 letras que criaram o mundo, como esta escrito no Livro da Criação, atribuído a Abraão, o Patriarca. Com 22 letras o mundo foi criado: com a Narração, depois o Conto escrito e o Livro. Ou seja, no início era apenas o verbo. Um espirito que se torna materia quando escrito.
Assim, por mais incrível que pareça, temos paralelos entre o Shir Hashirim,  Cântico dos Cânticos, e a Meguilat, ou  Rolo de Ester. No primeiro livro, atribuído ao rei Salomão, e provavelmente escrito por ele, fica claro assim como em Kohelet, que são livros de mística, Ética e moral, cujos conceitos usamos no mundo de hoje. Como uma rosa entre os cravos, assim é a comunidade de Israel, diz o Zohar sobre essa frase do rei Salomão, nesse poema. Explicam os sábios: o amante, Hashem, D'us, e sua noiva, o povo judeu.
A mesma idéia esta em Purim, um manuscrito cujo relato é bem mais preciso, datado, a cidade e seus personagens são tão reais, que arriscaria comparar Aman a Ahminajad, Ester a Hillary Clinton e o rei ao Aiatolá Khamenei, num cenário medieval...
Nesse texto, não tem o nome de Criador escrito, mas é considerado como texto sagrado. O conceito é similar ao do Cântico, mas do ponto de vista do exílio na Persia. A noiva, Ester, escolhida entre tantas outras, a predileta do rei, se entrega a esse Achashverosh, assim chamado de o Sábio Cabeça, para garantir a sobrevivência de seu povo. Ester, vem da palavra nistar, mistério. O ódio e o amor são sentimentos que coexistem em todo a natureza, são indivisíveis, apenas podem ser controlados. Amamos e odiamos apenas aqueles que são próximos a nós. Não existiria o ódio se não existirem fronteiras, da mesma forma não existe amor se houver uma barreira. Por mais fina que seja, se nos olhamos como outros povos e somos os mesmos. Apenas, Esau e Yaakov, almas conflitantes dentro do mesmo ventre.
O verdadeiro milagre de Purim, seria uma mudança misteriosa nos corações humanos, pedindo para acabar com as barreiras e coexistir numa paz duradoura no mundo, para todos os seres. Se o Aiatolá nos ouvisse cantar...pediria para fazer a PAZ com Israel.
Neste Shabat, ou em outro dia da semana de Purim, escute a leitura da Meguila, se alegre, beba e aumente sua voz!! Cante e grite e não pense, mesmo depois de terminado o Carnaval, deixe seu coração te levar!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Um exemplo de poluição e destruição: do Imbuí, Teresopolis, para o mundo!


Que tal olhar para nossas mazelas? Temos 24% da população de Teresopolis, RJ, e outros tantos municípios brasileiros, trabalhando em subemprego e vivem em favelas. Mas tem carros e motos, e usam produtos não degradáveis e jogam seu esgoto em natural pela janela e o lixo em qualquer lugar. A frota é antiga e comum ver nos municípios do interior, veículos e caminhões soltando fumaça, fabricas clandestinas de carvão, queimadas para fazer pastos e plantar soja, ou cana. Para fazer combustível...

Se o nível de emissões de gases, e de poluição dos rios fosse critério para realização de eventos ou para classificação nas copas do mundo, o Brasil, certamente estaria de fora.

A participação do Brasil, em tragédias como o terremoto no Haiti, assim como o ufanismo lulático, servem para desviar a atenção da opinião publica de nossas próprias e serias mazelas. Na verdade ajudamos a causar esse tipo de terremoto, e sabemos cientificamente a causa: entupimento das fendas abissais. Ao contaminar os rios, contaminamos o solo e o mar. As fendas tectonicas localizadas no fundo do mar, entopem mais rapidamente, o que causa uma erupção vulcânica ou um terremoto, como o que vimos na fenda do Haiti.

O meio ambiente é um bem comum a todos os povos do mundo. Quanto mais rico e consumidor for o mercado, ou seja, pior a situação. E num pais de ignorantes, enganados pela propaganda e pela imagem de sucesso, onde ter um carro é poder jogar o lixo pela janela, parar na rua para mijar, subir nas calçadas, soltar fumaça e dirigir bêbado, entre outras diversões que um carro proporcionar.

A industria automobilística assim como os produtores de petróleo, deveriam ser obrigados a arcar com as conseqüências do impacto no meio ambiente e na saúde. O preço da gasolina na bomba deve custear a saúde também. Ao comprar um carro, deveria levar um selo enorme, "este veiculo pode causar danos a saúde".

Devemos exigir isso, pelos milhares de mortos por ano, os números são alarmantes.
Vamos sucumbir antes que o aquecimento global possa ser revertido, não pelo aquecimento, mas sim pelo esgotamento dos recursos.

Ao invés de planejar o crescimento econômico como se a riqueza fosse uma necessidade e não apenas um meio, como se a educação fosse apenas um meio para conseguir dinheiro para comprar um 4X4 a diesel, blindado, e cultura servisse apenas para preservar tradições e não para ser usada como conhecimento e ferramenta.

Esta na hora de investirmos na saúde do meio ambiente e da sociedade global, através de melhorias na infra estrutura, com cidades planejadas, com transporte, desburocratização e descentralização real do poder, o fim do sistema capitalista como gerador de miseria. Eliminar os fatores que geram o travamento do sistema, como estamos vendo acontecer, como a espuma fétida na foto da antiga e linda Cascata do Imbui. Vemos e nada podemos fazer.
Somos apenas Imbecis.
Confira o resto do passeio em Tere:
http://picasaweb.google.com/snriss/PasseioEmTereJaneiro2009?feat=directlink

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Desastre Climatico ou Plano Divino?

Comecei a ler o livro escrito por um cientista, que realmente desconhecia, Richard Dawkins. Deus, Um Delirio.
Ainda estou no comeco do livro, e pode ser que nao termine, mas fiquei intrigado com uma questao colocada nesse trabalho: vivemos num delirio coletivo e individual, ou esta acontecendo alguma coisa, que pode ser revertida com uma mudança radical na visao do que seria essa tal fé do Homem.
Senti que existe uma visao totalmente errada com relacao ao que pensam os sabios Z'L sobre a Unicidade de Hashem, o Kadosh Baruch Huh, e sua Luz Infinita.
As religioes nao comecaram com o judaismo, assim como o Homem nao comecou com Adam. Adam foi o primeiro Homo Sapiens, a Torah foi a evolucao do pensamento humano.
Como assim?
Ruach Hakodesh. Ninguem percebe, nao sao milagres, mas esta em toda parte.
Antes de mais nada, nenhum codex, ou sistema de leis se compara a Torah de Moises.
Quando a Torah se refere a D'us, ela comeca se referindo ao El, ou Elokim. Depois passa a ser o Nome. Hashem, com o mesmo valor numerico que Moshe...Ou seja o Homem D'us, e D'us Homem.
A guematria (calculo do valor numerico das letras) do nome Elokim, e o mesmo que Teva, ou seja Natureza. A mae natureza, a Shechinah.
Todas as religioes, querem salvar os homens. Na Torah, que foi a unica revelacao num nivel realmente insuperavel em seu texto, na riqueza da abordagem dos problemas dos povos, trazendo um exemplo de comportamento, ou de falta dele, pode parecer cruel para uns e docil para outros, mas o cumprimento de seus mandamentos refinam o Ser.
Assim como a Natureza pode parecer cruel, com suas tempestades, terremotos, e maravilhosa com sua Criação, da mesma forma o pai educa seu filho, rigido e bondoso.
A religiao nao pode ser pessoal. D'us nao faz sentido se nao for uma solucao para o problema de todo o Planeta, se nao for usado para congregar e trazer o Templo, fazer uma morada, como esta escrito, para trazer uma paz verdadeira, com menos violencia, destruicao e caos. Nao acreditar no Nome, que eh Nada e Tudo, significa, her Dawkins, nao acreditar em sua propria existencia.
Vale a pena dar uma olhada no mapa do google e ver que a calota polar do norte, o Polo Norte, já nao existe mais...Assim como Ele expulsou nosso povo de Israel, por seu comportamento errado, assim acontecera com a Humanidade na Terra se não houver alguma mudanca no comportamento humano. Temos que mudar, transformar o mal em bem.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Oligo Major

Um milagre pode acontecer, basta  procurar nosso oleo essencial.

A raiz da palavra Chanuká, é Chinuch. Educacão. A origem dessa palavra, no entanto, esta num nome que esta escrito na Torah: Chanoch ben Aminadav, o primeiro a se jogar no Yam Suf, fugindo dos egipcios. Dai vem o termo inaugurar, Chanukat Habait.
Entretanto, Chanuká é um chag que não esta literalmente expresso na Torah. Poderia parecer que se trata de alguma forma de festejar uma vitoria sobre os  helenistas, na epoca. Os gregos defecaram no Templo, sua ideia era impurificar o santuario, acabar com a moral, não destruindo o povo judeu, e sim sua cultura, sua tradicoes, mas principalmente a santificação dos Mandamentos e das Leis da Torah de Moises. O Kodesh Hakodashim.

O que foi o milagre?

Apos a limpeza do Templo, o Cohen Hagadol achou o que tinha deixado escondido num vão na parede: uma pequena quantidade de azeite, suficiente para apenas uma ou talvez duas noites. No entanto, o azeite durou as sete noite e mais o Shamash...como podemos analisar esse milagre, de um ponto de vista espiritual?
Qual a mensagem escondida nesse milagre, uma vez que eliminamos do contexto qualquer vitoria, a Gvurah,  e olhamos pelo prisma da Gedulah, a essencia de Hessed, a Sfira da Esquerda.

Mantivemos nossa essencia intacta, atraves da nossa auto re-educação constante através do estudo da das Leis da Torah. Essa foi a Grandeza que recebemos. Nosso Oligo Essencial continuara aceso e iluminando o caminho.

Temos que ter agora, a grandeza como povo do mundo, procurar nossa essencia, sem tanta violencia e ganancia. A mensagem de Chanuka, é que pode ser possivel limpar o Templo, reeducar nossa alimentacao, mudar nossos habitos em nosso interior, e exterior, para se chegar a uma sustentabilidade, chegada de um Tempo de Paz.

Chega de sujar nossos coracões com ódio, nossas mentes com falsos messias e falsas teorias politicas, vamos cuidar do Grande Templo que é nosso planeta.

Muita Luz para Todos os Povos!

http://www.youtube.com/watch?v=CPmjNmAGw-E

Lula Grelhada com Arroz da Tinta