quarta-feira, 24 de abril de 2019

Achva, Fraternidade, um kibutz árabe em Israel.

Fraternidade, um kibutz árabe em Israel.

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O kibutz árabe Achva foi fundado nos arredores da cidade de Lod em 1949 e disperso em 1951. Pela primeira vez, ouvimos falar do kibutz em 1992 por Abo Ragab Hassouna, membro de uma antiga família de pomares cítricos em Lod que Era então um menino de cerca de 17 anos. Ele conhecia as pessoas e sabia sobre os iniciadores e os pensadores da idéia. Com o incentivo da Histadrut, sua família estabeleceu uma cooperativa que lidava com a comercialização de frutas cítricas. Naquele mesmo ano, conhecemos alguns dos ex-membros do kibutz árabe, que tinham vinte e poucos anos quando Lod foi conquistada. Fomos procurar o kibutz que foi construído na estrada para Ben Shemen e descobrimos que o pátio ainda estava de pé. No centro havia um medronho grosso e ao redor estavam as casas da família Ummar al-Zanati, um dos fundadores do kibutz. No meio havia uma antiga estrutura de pedra que servia de pedra. No pátio do pátio estava o vagão que era usado para a fazenda

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

El "Super Cogollo"

Em busca do "Super Cogollo"
por Sergio Nedal Riss

Expocannabis 2018, os brasileiros estão chegando!

Nosso super-herói uruguaio, chamado pelos locais de Super Cogollo, cogulo quer dizer berlota, ou flor. Os uruguaios o cultivam como patrimônio nacional. No entanto, a missão do herói, é salvar o Brasil, ou melhor, os brasileiros que raramente conseguem ve-lo. Até por que, para ver o herói em ação, o brasileiro encrencado tem que vir ate o Uruguay.
Assista mais no video!

domingo, 28 de janeiro de 2018

O fim do paradigma do petróleo, num país muito miserável.

Texto e fotos por Sergio Nedal Riss

São sete horas da manha de domingo e enquanto escrevo, escuto alguns tiros e explosões aqui perto da Barra. Provavelmente alguma operação policial acontece na Cidade de Deus, grande comunidade favelizada e praticamente dominada por milícias e traficantes. A de Deus como chamada por aqui, foi um dos últimos projetos de habitação construídos no Rio, nos anos 60. A antiga Capital Federal, antes capital do Império, foi abandonada pela Viúva, e trocada por um lugar novo, no meio do nada: Brasília. Lá os representantes máximos, políticos, juizes, poderiam viver numa cidade sem pobres. Áreas nobres cariocas foram ocupadas durante esse processo de abandono, tornando o Rio, capital e o Estado do Rio, um verdadeiro paraíso da construção irregular e favelização em áreas da Federação, parques, florestas e encostas.
Os poucos projetos habitacionais como a de Deus, com o tempo e a falta de melhorias e urbanização, se somam a outras inúmeras comunidades controladas por algum tipo de poder paralelo.
A única alternativa viável para a maioria dos moradores das favelas, principalmente os jovens, o crime se torna uma opção de vida, ou sobrevivência. As imagens que vimos dos roubos de carga, e o modo de operar das quadrilhas demostram que muitos moradores de comunidades se beneficiam de todo tipo de crime, não são apenas vitimas e sim seus próprios vilões.

Diante da absurda falta de qualidade de vida, a falta de oportunidades, existe o trauma causado pelo medo e pela violência, dentro e de fora da favela, do tipo que chuta a porta do barraco no meio da noite. A bebida e as drogas pesadas, causam o desapego e violência na família, assim como a pobreza extrema. Jovens de 14 anos com filhos, são comuns, e não existe Papa neste mundo que abra mão de sua multimilionária riqueza vaticana, para ajudar esses miseráveis, na pratica. Falta de alimentação inadequada, saneamento básico, transformaram uma parte da sociedade: os miseráveis pobres. Muitos ex-escravos e quilombolas, junto com as vitimas da seca no nordeste, que gerou um dos maiores êxodos que o Brasil já viu, associados agora com policiais corruptos, advogados, comerciantes desonestos, traficantes, bandidos, um poder paralelo sem precedentes.

Esse poder que emana de um anonimato conivente com a violência, se sustenta em sua grande maioria, por uma prestação de serviços nas casas e empresas, no serviço paralelo, no trafico de drogas, remédios, gás, pedágios cobrados de moradores, etc...Existe o lado miserável das pessoas que se consideram progressistas e defendem o populismo do PT, em especial algumas classes cuja miséria reside no pensamento, na mente pobre, o miserável rico. Ou melhor o Novo Rico.

Não foi apenas a omissão da Federação, que desmantelou áreas e empresas publicas de interesse econômico, como trens estações de trem, que se transformaram nas favelas que ai estão, em investes de empreendimentos falidos  por essa mesma politica econômica que privilegiou o uso dos combustíveis fosseis, ou petróleo. Mas o inúmeros governos populistas do PT, que usaram da máquina publica para manter o paradigma do petróleo, visando o lucro de estatais onde poderiam continuar em moto continuo. simplesmente ignoraram sua responsabilidade no âmbito social, desviaram recursos e beneficiaram o setor publico, inchando o Estado a ponto de explodir. Assim criaram factoides como o Pré-Sal, sugaram empresas publicas beneficiando o caixa de empreiteiras e grandes empresas, tornaram se ricos da noite para dia, e destruíram o valor de empresas que poderiam ser muito lucrativas, apenas para se manter no poder. Criaram um Estado inchado, uma Corte com seu Rei Molusco,  que só olha para a própria barriga e ainda quer posar de socialista, num mundo onde o socialismo foi engolido pelo capital global. E ainda corremos o risco da volta desse pessoal, nas próximas eleições neste ano de 2108.

A Reforma Fundiária, assim como a Reforma Agraria, que o PT nunca desejou nem de longe realizar, pois isso acabaria com a massa de manobra e prejudicaria os oligarcas que bancam a maioria dos políticos. Essas importantes reformas, fazem parte de um conjunto mudanças que na pratica poderiam mudar a cara do Rio e de outros tantos municípios.

A volta dos transportes sobre trilhos rápidos, a realocação das populações que vivem em áreas de risco depende da  construção de novas áreas urbanizadas com escolas e centros comerciais, urbanização e outorga de títulos de propriedade agrícola e urbana nas áreas de invasão. Criação de escolas, clinicas e hospitais, assim como o pagamento de locação social como participação dos novos moradores de novos projetos de desenvolvimento, no esforço coletivo. O Brasil tem um SFH, que beneficia bancos e financia apenas a construção para sua própria classe de trabalhadores do Estado, e seus aposentados jovens e milionários. Por essa razão não desejam nenhuma das reformas, muito menos a da Providencia.

Sem essas reformas e sem criar novas opções, restam apenas o medo e o caos gerado pela guerra civil que ninguém quer enxergar, mas que mata todos os dias e leva para a cadeia outros tantos jovens. Muitos inocentes, crianças vitimas de balas perdidas nas escolas, isso todos os dias, em todo o país e pelas mesmas razões. Os números ultrapassam de longe alguns conflitos armados, e até os números do terror islâmico. O ISIL tem menos soldados que o "movimento" das facções cariocas. As violações de direito humanos e assassinatos de policiais, aumentam a cada dia.

Mas os outros miseráveis, os corruptos, mesquinhos, os súditos do Rei, preferem desviar a atenção para longe da realidade do dia a dia. Culpam agora o Judiciário, o governo do "golpe", culpam até os USA, ou Israel pela ocupação que domina suas mentes. E a nossa indignação por aqui, é uma mosca sem asas.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Matejuana na Expocannabis 2016

Sergio Nedal, e a equipe do Matejuana volta a Montevideo, desta vez para descobrir o modelo legal e pratico do cultivo e uso uruguaio.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

New York, uma cidade muito louca


Neste curto passeio por Nova Iorque, um pouco de moda, arte, gastronomia, musica e imagens. Um filme de Sergio Nedal Riss para o site Virtual Palato

Achva, Fraternidade, um kibutz árabe em Israel.

Fraternidade, um kibutz  árabe  em Israel. Ir para navegação  Ir para pesquisa O kibutz árabe Achva foi fundado nos arredores da...